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Sexo na gravidez: altos e baixos tomam conta do período

A gravidez traz com ela uma variedade de sensações que muitas vezes são contraditórias, causadas pelas oscilações hormonais, emocionais e sociais. A nova condição gera medo, insegurança e muita expectativa e todos esses aspectos influem no dia a dia, sendo a atividade sexual também atingida, intercalando momentos de grande desejo com outros de pouca vontade.

A prática sexual na gravidez, em um primeiro momento, tende a cair em 40 a 60%, segundo especialistas. Isso acontece devido às mudanças que o estado traz: sejam elas físicas ou emocionais. O importante é estar ciente que essa queda pode ocorrer e não responsabilizar o parceiro ou o relacionamento pela falta de desejo.

Existem padrões que costumam acompanhar a gravidez:

Primeiro trimestre: nesta fase há uma queda de desejo, já que corpo e mente estão se adaptando à existência de uma nova vida a caminho. Cansaço, enjoo e excesso de sono marcam esse período, acompanhados por uma introspecção da mulher, que se volta para a nova condição, ficando mais sensível e emotiva. O alto nível de progesterona no organismo também é responsável por diminuir a libido.

Segundo trimestre: esta é uma fase bem favorável, pois neste momento a gravidez já faz parte do cotidiano e a mulher já está mais adaptada, mais tranquila em relação à saúde do bebê e ao seu corpo. Aqui, novas posições e outras formas de prazer já foram testadas e o casal está mais entrosado quanto ao que é melhor para os dois. “O sexo pode ser praticado normalmente desde que a gravidez não corra risco de aborto ou tenha alguma restrição imposta pelo seu médico” afirma a sexóloga Rosa Maria Loureiro.

Terceiro trimestre: a libido cai novamente, a chegada do bebê está muito próxima e esse fator gera bastante ansiedade. Soma-se à condição emocional, a sensação de desconforto causada por um barriga maior, dores nas costas, seios inchados e hormônios em níveis elevados.

Estar grávida é uma condição especial e deve ser encarada como tal, respeitando suas limitações, inclusive sexuais. “Fale mais o que está sentindo, compartilhe com  seu parceiro. Expor suas angústias e receios gera aproximação, e estando afinado o casal tem uma vida sexual mais prazerosa”, ressalta a sexóloga.

Eventuais dores e dúvidas sobre o sexo na gravidez e a saúde do bebê devem ser sanadas com a ajuda do médico especialista. Só ele poderá orientar a melhor conduta para uma gravidez segura.

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